Daí eu sento num lugar, boto as mão sna cabeça e...
20.7.08
As vezes eu acho que nada saiu do lugar. Nada. Nenhum milímetro fora.
Daí eu sento num lugar, boto as mão sna cabeça e...
Daí eu sento num lugar, boto as mão sna cabeça e...
16.7.08
6.7.08
Poderia ter sido tudo diferente?!
Ora de uma forma redondinha, completamente circular; ora, de formas agudas e ofensivas... Sempre passo os finais de processo com uma dessas duas sensações: a da inteira leveza ou a da inteira queda e deslize. Este último foi pelo segundo caminho. Mas até que a queda aconteceu de forma positiva, ou deveria dizer produtiva, concretista rizomática?
Este final de processo me fecundou com algum acoisa diferente. Ainda não sei o nome dela. Só consigo entender que esta correndo por dentro, junto com o sangue, na velocidade suficiente para me surpreender em qualquer lugar, a qualquer hora.
Bem, devo achar que isso é bom, devo?
Muito de tudo tem acontecido e ainda está acontecendo. Aos montes, arrastando um cordão gigante de desdobramentos. Acho que eu virei uma máquina de multiplicar possibilides. Estou residindo nesse exato momento dentro do meu mundinho de combinações. E todas são ótimas, ótimas! Acho que eu cheguei, bem no centro do meu umbigo, de onde partem todos os meus insights para todo o resto do resto. hehehe
Fora isso acho que eu também envelheci. Os montes. Olho no espelho e vejo que já estou bem distante da imagem que ele reflete (coisa que não acontecia antes e eu via que de fato era bem mais novo que a imagem que era refletida). Já estou bem distante, eu acho. Com muitas vivências agora. Muitas escolhas também. Muita frieza também. Frieza para com os outros. Frieza e paranóia. Isso eu não acho muito bom, acho? rsrsrs
Fora isso eu também explodi. Pra todos os lados, de diversas formas e com diversos esboços.
Fora isso eu dormi também. Ainda estou dormindo, regularizando minha sonolência.
Fora isso eu estou me programando também. Achei muito bom essa história de férias programadas (vou fazer sempre)
...
Tenho muitas entrelinhas. Todas preenchidas, mesmo que não haja texto para elas se ampararem. Bem aqui. Isso tudo poderia estar sendo diferente. Isso poderia nem estar acontecendo... mas sim, bem aqui.
29.6.08
De uma massa universal, passando pelo processo de individuação, de perdição, ebulição, degradação, sublimação, ascensão e tc etc etc... aparece uma mente recém saída de seu momento de fecundação rizomática...
Achei que tudo isso só iria contribuir para agravar uma possível loucura. mas nem foi assim.
Eu tenho uma coisa... tô tentando descobrir o que é.
Sejam bem-vindos ao meu mundinho!
Achei que tudo isso só iria contribuir para agravar uma possível loucura. mas nem foi assim.
Eu tenho uma coisa... tô tentando descobrir o que é.
Sejam bem-vindos ao meu mundinho!
19.6.08
It's my turn.
direto de um computador público, perdido numa floresta predial...
affff
eu já disse isso antes, aqui mesmo, talvez nesse mesmo lugar (frequento de vez em quando este teclado, vendo o que está sendo escrito através de um vidro), mas vale a pena endossar um pouco só pra tomar ciência de como sou repetitivo em alguns ciclos: O SEMESTRE TÁ ME SUGANDO!!!!!
e ainda tenho duas semanas de viradas, tombos e etc. para no fim... o descanso!
HUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
ainda vu escrever sobre as mulheres feministas/machistas aqui. fica pra próxima. A partir de agora sou uma bomba-relógio que precisa de tempo para ser desarmada.
affff
eu já disse isso antes, aqui mesmo, talvez nesse mesmo lugar (frequento de vez em quando este teclado, vendo o que está sendo escrito através de um vidro), mas vale a pena endossar um pouco só pra tomar ciência de como sou repetitivo em alguns ciclos: O SEMESTRE TÁ ME SUGANDO!!!!!
e ainda tenho duas semanas de viradas, tombos e etc. para no fim... o descanso!
HUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
ainda vu escrever sobre as mulheres feministas/machistas aqui. fica pra próxima. A partir de agora sou uma bomba-relógio que precisa de tempo para ser desarmada.
8.6.08
Para por fim ao auto-charlatanismo
Meu blogg tá fazendo aniversário amanhã. São dois anos dedicados ao virtualismo e às praticas masoquistas de se falar do ego, do meu ego.
Nossa, olha o que temos aqui: poder de síntese! E eu que pensei em escrever um texto longuíssimo em homenagem as tantas palavras que eu imprimi nesse mundo particular e ao mesmo tempo invadido por desconhecidos, mas que mesmo assim não deixa de ser singular.
Bem, acho q o que eu escrevi antes desse texto passa a ser passado... mesmo... longínquo.
Talvez possa estar acabando com tudo isso. Tem muita coisa qui que em desagrada, aliás, quase tudo aqui me desgrada, mas não é pelas formas. Mas sim por algumas lembranças... e acho que ser ator numa hora dessa fez tudo piorar, porque a necessidade de expressar qualquer emoção vem à tona e com isso a gente fica muito sensitivo.
Mas também tem muita coisa que não me pertence mais. é pura charlatanice. auto-charlatanice.
Nossa, olha o que temos aqui: poder de síntese! E eu que pensei em escrever um texto longuíssimo em homenagem as tantas palavras que eu imprimi nesse mundo particular e ao mesmo tempo invadido por desconhecidos, mas que mesmo assim não deixa de ser singular.
Bem, acho q o que eu escrevi antes desse texto passa a ser passado... mesmo... longínquo.
Talvez possa estar acabando com tudo isso. Tem muita coisa qui que em desagrada, aliás, quase tudo aqui me desgrada, mas não é pelas formas. Mas sim por algumas lembranças... e acho que ser ator numa hora dessa fez tudo piorar, porque a necessidade de expressar qualquer emoção vem à tona e com isso a gente fica muito sensitivo.
Mas também tem muita coisa que não me pertence mais. é pura charlatanice. auto-charlatanice.
31.5.08
Caía uma chuva fina quando nos conhecemos. Fazia frio, mas mesmo assim estávamos expondo nossas pernas as correntes de ar candanga.
Da segunda vez também caía chuva, mas não era tão fina como da primeira vez.
Queria ter amores sempre assim, como a chuva: intensos, daqueles que fincam um marco na memória.
Da segunda vez também caía chuva, mas não era tão fina como da primeira vez.
Queria ter amores sempre assim, como a chuva: intensos, daqueles que fincam um marco na memória.
23.5.08
passagens
Disseram que envelheceu. Simplesmente. Como se a aura de uma hora para outra tivesse adquirido o peso de anos que inda não tinha vivido. Sentiu-se mal com o comentário. Muito mal. Que tipo de pessoa é essa que lê pelos olhos, pelo jeito de falar e de respirar o grau de longevidade de uma existência?
Não sabia o quanto que uma pessoa podia ser sensível. Não sabia o quanto verdadeiramente poderia ser sensível também, imaginando se já havia reparado algo desse tipo em outras pessoas...
Aconteceu que não sabia para onde ir. Os sentimentos brincavam no rosto, sem saber se configurariam uma expressão de contentamento ou de estranhamento frente àquela situação.
Ficou se perguntando se dalí há alguns anos não poderia mais se dizer apto a dar uma volta por aí sem tocar os pés no chão, afinal de contas, envelhecer pesa sobre os ombros... e depois de algum tempo será impossível voar...




